Um singelo azul que protege luiz, filosofo dos poucos que anda falante, dá gritos a fole saltita e diz, "penso sempre além do podemos ver", caçoa com os verbos para fazer-los tremer. Não teme um ato nem se quer quando apronta, e quando se espanta diz que é aprendiz. Galante com as lentras só desenha seu nome, peleja uma frase com tanta desteza que quando acerta sente da vida a firmeza. As flores para ele são peles de plantas, o mundo diverso dos deuses encanto. Já fez até musica falando de nuvens, sorvete de estrelas em beira de açude, nunca ha tristeza, nem quando chora e nao perde a hora de crescer e ser grande. Purifica a alma tê-lo presente, alimenta o ente de pureza, e a calma a beleza da mente.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Pelo que arde ao brabo insone, a carne curtida ao meio fio, os dizeres que vibram nas alcovas, como um tinir de um fino e calmo breu.
Um chuvisco de risadas bem crescido, ao pé do ouvido de quem ama,
É o bocejar da revoada, caçoada de corpos pelo visgo, um capricho dos deuses do infinito que perfura o belo e trato abismo.
Cabem ao conto da cigana os requisitos do ilustre e clarividente mundo arfa, onde tudo é bem mais comprometido, que o comprido risco do amanhã.
Pelo que molha abranda a vista, erguida com um lapso córtex dos meus olhos, sem a fina e rùbia pele, ao regalo da crina a bela vinda, que aos deuses do telúrico vento, vida implora..
Um chuvisco de risadas bem crescido, ao pé do ouvido de quem ama,
É o bocejar da revoada, caçoada de corpos pelo visgo, um capricho dos deuses do infinito que perfura o belo e trato abismo.
Cabem ao conto da cigana os requisitos do ilustre e clarividente mundo arfa, onde tudo é bem mais comprometido, que o comprido risco do amanhã.
Pelo que molha abranda a vista, erguida com um lapso córtex dos meus olhos, sem a fina e rùbia pele, ao regalo da crina a bela vinda, que aos deuses do telúrico vento, vida implora..
quarta-feira, 15 de abril de 2009
conjecturas de cor
A primeira vista é um intervalo circular entre a possibilidade do indefinido mundo das imagens e as manchas de cor e sons do sujeito-predicado. Qualquer estado que deseje conquistar, uma proposição é notavel estar em permanente fluxo. Um curso de ambiguidades esperto dado sentido, vira axioma e espalha veias do ósculo umbigo . A idade de qualquer medida estar contida na penúltima fileira da vida, dos números irracionais sem medida. Reais são as finas películas que acobertam o olho da mente. A gente esgota as lágrimas quentes, escalda as máquinas que sente e conduz os momentos da alma . Servidos ao limo da calma, diante dos outros o olho, absorto o torto cangáia na pele os raios do fosco .
domingo, 29 de março de 2009
RARAS PÚLCRAS
Ele é um lépton com alguma coisa a mais
Um néctar ao bel prazer de belas abelhas
Deveras ser tão minúsculo ao olho nú
Como imenso ao seu próprio mundo
Ela é cosmogÔnica pelos simbolos que a trás
Uma imersa longitude de além mar
Puderas ter um ão de todo jus
Do qual infímo também não nego
ela e ele são raras pulcras que pertencem as coreografias do infinito
Um néctar ao bel prazer de belas abelhas
Deveras ser tão minúsculo ao olho nú
Como imenso ao seu próprio mundo
Ela é cosmogÔnica pelos simbolos que a trás
Uma imersa longitude de além mar
Puderas ter um ão de todo jus
Do qual infímo também não nego
ela e ele são raras pulcras que pertencem as coreografias do infinito
segunda-feira, 16 de março de 2009
Abrasa aos olhos

A vista alcança chamas que formam um disforme vulto da imprecisão, do imprevisivel a vasta idade do mundo.
Ô grande vela que abrasa os olhos da noite e queimamente se pôe ao alcance do fusco.
Ès tão belo ardente a carne, e cintilante ao ocular da deusa íris que transborda de quentura e leveza.
Nunca estás no ponto se eleva pelas curvas e pelo vento.
Quando clareia mareia o verbo pegar.
O que enxergo-te ao olhar, é um sussurro morno aos sentidos do povo em adorno de são joão.
Nume de ritos e ditos, dos mais antros dos elementos tu és o menos denso, volupeia ao vento como poesia cornea de quem a teu redor sagra ou profana a roda.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Benévolo rosicler dos meus anos.

Que tom alsarei meus verbos quando avivar minha voz?
Pétalo fusco que viceja perene
Um grão tonante que se queima em premissas belas
Sonoros vertíbulos pela orla da mente
Ou abluções de cores que osculam e arruas a alma ao pestanhejar
Passo a dedicar uma definição à ventosa figura:
Uma noite opaca em brando sono que visita o olho, infunde pelas palpebras minérios de tons e auroras vertiginosas.
Um esfomeado bom presságio de loucura suprema.
O magnífico e arbóreo jardim de cores inconstantes que candeceu pelo benévolo rosicler dos meus anos de arte.
sexta-feira, 6 de março de 2009
O ponto de pertencimento

Limpo meus olhos com cera, para ver a que pertenço, programo um foco para ser o ponto de flexão do meu corpo, de minha mente.
As rugas em minha testa atestam o quanto tenho anunciado uma precisão precose.
Pisco olho esquerdo comprometendo meus juizos.
Assiduo estou de vista na imagem que sugere em linhas e curvas uma odisséia.
Divago em tais chascos que nutam ao mais ingreme dos retalhos;
O ponto de pertencimento,
O visgo que emana o verbo a uma propagação essencial,
O pouso de uma cigarra ou uma salada lilás,
A dobra que Leibniz lambe para limpa-se da compreensão babosa,
O turvo anglo poético do ébrio Baudelaire e suas flores e paraisos,
Meu simples intuito cautelar de encontrar o gôzo pelo globo ocular.
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