Vocês não virão eu chegar, é que encostei de mansinho e na ponta dos pés
Só para dizer que o viés é de pequenas verdades
Sutileza é da bondade , vaidade é da ruína
Quem gosta de brisa fina , deve chegar com cuidado
Pois, bem perto temos tato para enxergar a bruta lira
Quem tem pedras e palavras e se alimentam com larvas
corre o risco da mentira.
sábado, 9 de julho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Nem abro mão , nem dou no pé
Fui...mas não deixei de resistir aos prazeres de viver um mundo diferente
Apesar de ter completado o tempo que me foi dado,
Acho merecedor de uma pequena recompensa
E não abro mão , nem dou no pé, sem um tanto desse mistério
Parece sério essa prosa, mas a verdade é que não há prova de tamanha validade
Posso tomar o expresso e não peço que pare em qualquer estação
Eu insisto em dizer não, pois o que escrevo atesta a minha vontade
Então pretensa viagem só farei com meu canário
Pois, nas contas do meu rosário, estar gravado essa prece
Nem abro mão , nem dou no pé
Fui...mas não deixei de resistir aos prazeres de viver um mundo diferente
Apesar de ter completado o tempo que me foi dado,
Acho merecedor de uma pequena recompensa
E não abro mão , nem dou no pé, sem um tanto desse mistério
Parece sério essa prosa, mas a verdade é que não há prova de tamanha validade
Posso tomar o expresso e não peço que pare em qualquer estação
Eu insisto em dizer não, pois o que escrevo atesta a minha vontade
Então pretensa viagem só farei com meu canário
Pois, nas contas do meu rosário, estar gravado essa prece
domingo, 15 de maio de 2011
COISAS DE FIOS E VIDA
OLHA AQUI, VEJAM SÓ, O QUE FOI QUE TU FEZ COM TEUS CABELOS?
AINDA BEM QUE NÃO ESTÃO PENTEADOS, PORQUE ISSO PODERIA LEVAR A LOUCRA
É MESMO CHEIA DE FILOS E PINTURAS,
JÁ NÃO BASTA A VISÃO DO MUNDO, AINDA QUER DESNUDAR O INAUDITO
NÃO MEXE NESSE FIO, ELE PODE SER PERIGOSO,
ESTAR FICANDO VELHO CHEIO DE SENTIMENTOS
DEIXA QUE EI TE AJUDO A PERMANECER NA INFÂNCIA ,
TENHO A FORMULA SECRETA:
É SÓ VIVER A CIRANDA , O CIRCULO E A DANÇA DAS LAGARTAS NO NINHO.
ACENDER A FOGUEIRA E AUMENTAR O VOLUME DAS CORDAS VOCAIS
QUE ESTAMOS CHEGANDO JUNTOS PARA CORRER PELO TERREIRO E GIRAR O ANO INTEIRO.
DEIXA ESSE CABELO PRA DEPOIS.
AINDA BEM QUE NÃO ESTÃO PENTEADOS, PORQUE ISSO PODERIA LEVAR A LOUCRA
É MESMO CHEIA DE FILOS E PINTURAS,
JÁ NÃO BASTA A VISÃO DO MUNDO, AINDA QUER DESNUDAR O INAUDITO
NÃO MEXE NESSE FIO, ELE PODE SER PERIGOSO,
ESTAR FICANDO VELHO CHEIO DE SENTIMENTOS
DEIXA QUE EI TE AJUDO A PERMANECER NA INFÂNCIA ,
TENHO A FORMULA SECRETA:
É SÓ VIVER A CIRANDA , O CIRCULO E A DANÇA DAS LAGARTAS NO NINHO.
ACENDER A FOGUEIRA E AUMENTAR O VOLUME DAS CORDAS VOCAIS
QUE ESTAMOS CHEGANDO JUNTOS PARA CORRER PELO TERREIRO E GIRAR O ANO INTEIRO.
DEIXA ESSE CABELO PRA DEPOIS.
PERCEBE-TE
CASO NÃO LEMBRE,
GOSTARIA DE DIZER QUE A VIDA É ESTAR CONTIDA NA PERMANENCIA DO SER ,
E SE TU NÃO SE ERGUE NEM AO MENOS TE PERCEBE
ATENTE PARA O DIA QUE AS VEZES É ALFORRIA.
PUBLIQUE UM DRAMA , UMA CARTA OU UM POEMA
SEJA AS VEZES UMA PEQUENA E INDEFESA PAISAGEM
DIANTE DESSA VIAGEM QUE AGORA DEIXO DITA
ENCONTRE-ME NA SAIDA QUE LHE DAREI MINHA VIDA
PARA TODO ATERRAMENTE.
GOSTARIA DE DIZER QUE A VIDA É ESTAR CONTIDA NA PERMANENCIA DO SER ,
E SE TU NÃO SE ERGUE NEM AO MENOS TE PERCEBE
ATENTE PARA O DIA QUE AS VEZES É ALFORRIA.
PUBLIQUE UM DRAMA , UMA CARTA OU UM POEMA
SEJA AS VEZES UMA PEQUENA E INDEFESA PAISAGEM
DIANTE DESSA VIAGEM QUE AGORA DEIXO DITA
ENCONTRE-ME NA SAIDA QUE LHE DAREI MINHA VIDA
PARA TODO ATERRAMENTE.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
QUEM É O LOUCO?
Mas rapaz, o que tu quer com essa conversa? vai procurar um livreto para se instruir, controle suas fissuras, todos ja estão no limete com suas peripercias. Vou deixar você conversar só mais um minuto e depois pode sair de meu consultório, o seu estado é de andar pelas ruas vagando noite e dia sem rumo, isso não é coisa que se diga. Tenha pelo menos um pouco de razão no que enuncia pelo mundo. Diga sua ultima frase e vá embora do meu estabelecimento ouviu? Vamos fale agora o que você deseja e xispa!
- Há quanto tempo voçê acha que é um psicanalista meu filho?
A ULA PRESTÍBULO
RUBRA CANABARA DE LOMBRE DE LEMOS EM TRANCE CASULO RASTEIRO GUTISTA, SEVETRO COSTUBRE FILASTI DA VEIGA. POBRISTUS RONPUDO CONTESTE SOASTU, VERESTE RUGOIA JAMITRE CUJUMBA. OTERO QUE DIGA PRO SAICO FUSTIGO, QUEM DERA FOR TIGA QUE ARMA O FUTURO. ENLISTO ADADO JUSTINO ZABUMBA, TERRAÇO DEL TUNDRA A RASGO DE GAIA, FESTAÇA , INBUIA , XITERA CONVERSA DE NOMBRE ARRUFA, PRA LONGE ESSE MALAPAIADO. SOTERO POLISTA , PIAU ROTEIRISTA, LAMPEDE A ALMA UM RANCHO DE ÚMUS, FERTIGEM QUE PRUMOS ACALANTA O DIA.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
pitada de orvalho
Ainda nao consegui o mundo, mas tô no rumo
Sim!
Tenho muito respeito aos espíritos
Arrepio quando falo de energiaEi lua!
Vou descansar e descascar a noite
Pra segurar a pitada de orvalho que vem com a aurora
Vou ficar em concentração
É mente e corpo praticando o desenbrulho dos neuronios
É ver (a cena), o circulo da longevidade atuando
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
grifos
grifos!
servido? sim . ao simples e belo cadaço, exposto e disposto a lua pergunto novamente, servido? sim, é o que me sabe responder. a cada grunido da noite os falsos preságios são expelidos. raspando minha pelicula existencial digo sim também sem subterfúgios a tais grifos que a mim pertencem . ora, nesse mingal de letras uma palavra é suficiente para atrair as vicissitudes. o sim.
servido? sim . ao simples e belo cadaço, exposto e disposto a lua pergunto novamente, servido? sim, é o que me sabe responder. a cada grunido da noite os falsos preságios são expelidos. raspando minha pelicula existencial digo sim também sem subterfúgios a tais grifos que a mim pertencem . ora, nesse mingal de letras uma palavra é suficiente para atrair as vicissitudes. o sim.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
POETAR É...
venho com segredos dos sonhos declamar esse poema inculto
poetar é como um rio que de lá recebe particulas e de cá percebe a gotículas
constumeiramente é enxergar o vidro da rua , a casca da lua e a cama da morte
é um corte ao âmago das nuances que temos ao pestanejar num ato de luz
poetar é envolver-se numa catastrofe intuitiva,
empregar roberto piva numa frase sem pronome
e ser o nome em qualquer filosofia,
entregar-se a noite e compôr o dia como quem conhece a carne
poetar é atuar numa causa sem promessas, e com louvor pregar a peça dos mais intimos retalhos
por isso e outros grunidos tenho meu sangue fervido até que sirva aos cortes da vida
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
A ÁRVORE E A PRAÇA
ESSA RESMA DE PAPEL MERECE UM RISCO DE COR
O BOLÔR QUE NELA DEU CHEIRA VERDE CANINANA
CASCAS AMONTOADAS QUE INFLAMA E ENDURECE
MERECE SER UM VERSICULO E RESPIRAR PURA AURORA
CHOVE PINGOS DE AGORA POR MINHAS MODERNIDADES
ÉS UM FOCO DE CIDADE ÂNSIA DA MAIS BELA CENA
HÁ CHUVISCO DE ORVALHO NO ASSOALHO DA PRAÇA
VEJO O "V" E ACHO GRAÇA DOS LIMITES QUE ALCANÇA
ENTÃO VOU ENTRAR NA DANÇA E SEGUIR O TAL EMBLEMA
EU ESCOLHO O LEVE TEMA DOS INSTANTES DA SAUDADE
VIRIL É A VONTADE DA NATUREZA QUE AGARRA
O BOCEJO DA CIGARRA E LEVA A TARDE MANEIRA.
MOÇO VENTRILOCO
POR MAIS UM DIA ME TORNO MIÚDO
CADÊ A VARANDA QUE NUNCA MAIS FIZ?
OS TRAÇOS E VÉUS DAS VALSINHAS DE RENDA
AS TUAS EMENDAS DE ALMA PINTADA
MINA NAMORADA OLHA O MEU CORTEJO
NÃO TENHO UM BEIJO MAS FIXO VERTÍGIOS
SERENO E ÍNGRIME A TUA PAISAGEM
FAÇO UMA VIAGEM AO PERENE MUNDO
COM VERSOS E PROSAS EM CURVAS E RODAS
JUNTANDO O QUESITO MAIS FRESCO DA VIDA
O DIA , A SAÍDA , A NOITE, O SILÊNCIO
O CORPO, A LIDA, A MENTE, O VENTO
AO LONGE UM VELHO ARBÍTRIO DÁ ASILO AO MOÇO VENTRILOCO
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
NÃO ESQUEÇA DE REVERBERAR
Seja bem vindo ao concerto dos conceitos, onde o preceito é absoluto e aspero:
Nao suje sua boca com simbolos sem saber que eles exprimem a uma melodia
Preserve a alta pecepção dos poros que enxergam a diáspora dos pêlos de teu sobrolho
Retalhe as cordas vocais até o limite do eu âmago
Enfrente a nevoa das indecisões com selvageria de muares
Use tua robustês para catequizar os mais ímpares de teus danos
Qualifique seus atos para que eles sirvam de adorno ao sentimentos
Preserve a imensidão das borboletas sem presumir sua morte repentina
Supere o fanático da esquina que desfavorece a cornea dos íngremes entulhos de bossa
E por bem venda sua calma alma para quem quer que queira acariciar o sublime
Só nao esqueça de reverberar.
domingo, 15 de novembro de 2009
"TRUE" ?
Limpei o tempo diante das risonhas frestas pra voltar a andar pelo edificio dos ritos
Agora serpenteio as nuvens que estratificam o céu durante a rotina
Seguramente estou mais incerto e posivelmente menos collosso
É gritante meus mundanos versos
Ao ivés de pestanhejar, abro os olhos e não adormeço à imprecisão
Estar tudo "blue", não como outrora mas, comumente "white" feito de auroras?
Essa é a refutação!
quinta-feira, 4 de junho de 2009
um singelo azul que protege luiz
Um singelo azul que protege luiz, filosofo dos poucos que anda falante, dá gritos a fole saltita e diz, "penso sempre além do podemos ver", caçoa com os verbos para fazer-los tremer. Não teme um ato nem se quer quando apronta, e quando se espanta diz que é aprendiz. Galante com as lentras só desenha seu nome, peleja uma frase com tanta desteza que quando acerta sente da vida a firmeza. As flores para ele são peles de plantas, o mundo diverso dos deuses encanto. Já fez até musica falando de nuvens, sorvete de estrelas em beira de açude, nunca ha tristeza, nem quando chora e nao perde a hora de crescer e ser grande. Purifica a alma tê-lo presente, alimenta o ente de pureza, e a calma a beleza da mente.
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Pelo que arde ao brabo insone, a carne curtida ao meio fio, os dizeres que vibram nas alcovas, como um tinir de um fino e calmo breu.
Um chuvisco de risadas bem crescido, ao pé do ouvido de quem ama,
É o bocejar da revoada, caçoada de corpos pelo visgo, um capricho dos deuses do infinito que perfura o belo e trato abismo.
Cabem ao conto da cigana os requisitos do ilustre e clarividente mundo arfa, onde tudo é bem mais comprometido, que o comprido risco do amanhã.
Pelo que molha abranda a vista, erguida com um lapso córtex dos meus olhos, sem a fina e rùbia pele, ao regalo da crina a bela vinda, que aos deuses do telúrico vento, vida implora..
Um chuvisco de risadas bem crescido, ao pé do ouvido de quem ama,
É o bocejar da revoada, caçoada de corpos pelo visgo, um capricho dos deuses do infinito que perfura o belo e trato abismo.
Cabem ao conto da cigana os requisitos do ilustre e clarividente mundo arfa, onde tudo é bem mais comprometido, que o comprido risco do amanhã.
Pelo que molha abranda a vista, erguida com um lapso córtex dos meus olhos, sem a fina e rùbia pele, ao regalo da crina a bela vinda, que aos deuses do telúrico vento, vida implora..
quarta-feira, 15 de abril de 2009
conjecturas de cor
A primeira vista é um intervalo circular entre a possibilidade do indefinido mundo das imagens e as manchas de cor e sons do sujeito-predicado. Qualquer estado que deseje conquistar, uma proposição é notavel estar em permanente fluxo. Um curso de ambiguidades esperto dado sentido, vira axioma e espalha veias do ósculo umbigo . A idade de qualquer medida estar contida na penúltima fileira da vida, dos números irracionais sem medida. Reais são as finas películas que acobertam o olho da mente. A gente esgota as lágrimas quentes, escalda as máquinas que sente e conduz os momentos da alma . Servidos ao limo da calma, diante dos outros o olho, absorto o torto cangáia na pele os raios do fosco .
domingo, 29 de março de 2009
RARAS PÚLCRAS
Ele é um lépton com alguma coisa a mais
Um néctar ao bel prazer de belas abelhas
Deveras ser tão minúsculo ao olho nú
Como imenso ao seu próprio mundo
Ela é cosmogÔnica pelos simbolos que a trás
Uma imersa longitude de além mar
Puderas ter um ão de todo jus
Do qual infímo também não nego
ela e ele são raras pulcras que pertencem as coreografias do infinito
Um néctar ao bel prazer de belas abelhas
Deveras ser tão minúsculo ao olho nú
Como imenso ao seu próprio mundo
Ela é cosmogÔnica pelos simbolos que a trás
Uma imersa longitude de além mar
Puderas ter um ão de todo jus
Do qual infímo também não nego
ela e ele são raras pulcras que pertencem as coreografias do infinito
segunda-feira, 16 de março de 2009
Abrasa aos olhos

A vista alcança chamas que formam um disforme vulto da imprecisão, do imprevisivel a vasta idade do mundo.
Ô grande vela que abrasa os olhos da noite e queimamente se pôe ao alcance do fusco.
Ès tão belo ardente a carne, e cintilante ao ocular da deusa íris que transborda de quentura e leveza.
Nunca estás no ponto se eleva pelas curvas e pelo vento.
Quando clareia mareia o verbo pegar.
O que enxergo-te ao olhar, é um sussurro morno aos sentidos do povo em adorno de são joão.
Nume de ritos e ditos, dos mais antros dos elementos tu és o menos denso, volupeia ao vento como poesia cornea de quem a teu redor sagra ou profana a roda.
sexta-feira, 13 de março de 2009
Benévolo rosicler dos meus anos.

Que tom alsarei meus verbos quando avivar minha voz?
Pétalo fusco que viceja perene
Um grão tonante que se queima em premissas belas
Sonoros vertíbulos pela orla da mente
Ou abluções de cores que osculam e arruas a alma ao pestanhejar
Passo a dedicar uma definição à ventosa figura:
Uma noite opaca em brando sono que visita o olho, infunde pelas palpebras minérios de tons e auroras vertiginosas.
Um esfomeado bom presságio de loucura suprema.
O magnífico e arbóreo jardim de cores inconstantes que candeceu pelo benévolo rosicler dos meus anos de arte.
Assinar:
Postagens (Atom)

